Foi pensando nas contas a pagar e nos clientes enrolões e na dureza da vida, que de manhãzinha fui ao play daqui do predio para brincar com meu filho Gabriel – ele brinca e eu olho – que pai velho é pra ficar parado que nem poste e Romário!
E não foi que, diante de todos os meus problemas, eu vejo um pequenino rola-bosta, como o nome diz, rolando um pedacinho de bosta (estrume recém colocado nas plantas) – o danado fazia um esforço enorme, e rodava e empurrava com as patas traseiras e girava com o impulso e a bola, maior que ele, ia para outro lado e ele recomeçava. Filmei o carinha e mostrei ao meu filho dizendo e explicando o esforço dele de levar até seu cantinho a bolinha de bosta. Alimento e ninho dos filhotes, qdo a bolinha fermenta, esquenta e ajuda os ovinhos a eclodirem.
Ele rolando uma bolinha de bosta que teimava em ir para cá e para lá e eu com meus problemas que iam ficando menores na comparação ao enorme trabalho do amigo esverdeado com um pedaço de bosta.
Pois foi que resolvi escrever pra vcs.
Às vezes quando me parece estar rolando uma bola de bosta, exato como o verdinho escaravelho, talvez eu deva fazer como ele, não cansar, não esmorecer, focar no trabalho e levar a bolinha pra casa!
Por JP Veiga (AEILIJ) – 24/09/2008
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Que bom que vc gostou e postou a minha história do Rola-bosta – assim mais pessoas recebem essa lição vinda diretamente da mãe natureza!
Bjks
JP
Ah, fato é que adoro teus escritos
Obrigada pela visita!!