Monthly Archives: fevereiro 2009

Em busca da experiência docente

Para ser professor, existe uma coisa absolutamente necessária chamada “experiência docente”.

Trinta anos na fuça, formada, com mestrado em Educação… e nunca dei aula!

Está na hora de mudar esse triste quadro…

Sequência lógica

O amor leva à dependência, que leva à criação de expectativas, que por sua vez leva a decepções. Afora esse problema, todo o resto vale a pena.

Sobre instintos e aranhas

Li em um blog esta manhã, no Estadão, que é instintivo correr de animais como aranhas, lagartas, cobras e pittbulls.
Bem, devo dizer que não concordo cem por cento. Antes de mais nada, é instintivo correr de qualquer coisa que nos pareça ameaçadora, seja um carro em alta velocidade, um cão salivante ou um homem esquisito

Música ao redor do mundo

mais uma prova de que certas manifestações humanas, em especial as artísticas, em especial música, dança e artes plásticas, são uma forma excelente de coexistência. Não importa o idioma, não importa o lugar, a origem, o credo, a etnia, a arte sobrepuja barreiras.

conheça mais sobre o projeto: Playing for Change
e os outros vídeos.

Mergulho romântico

Não é o máximo? Aproveitaram o Dia de São Valentim e se casaram em um aquário (Tailândia)
O ruim é que só dá para se beijar lá em cima!
Veja aqui a reportagem completa.

Nem só os cães merecem o Céu

Dar livros a escritores pode ser às vezes um problema. Por exemplo, ganhei hoje um que de certo modo prometia, Aprendendo com os animais. Realmente considero que há muita coisa a ser aprendida, através de vários animais, incluindo os Grandes Primatas Humanos (GPH), por mais descabido que isso pareça. Um tanto surpresa, um tanto alegre,

Naturismo safado

Confundiram naturismo com pedofilia?!

Meu sobrinho Mimo

Hoje morreu meu sobrinho-gato. Chamava-se Mimo e era branco com manchas pretas, olhos âmbares, porte de bailarino e dono de uma habilidosa faculdade de miar expressivamente: focinho apontado para o alto, olhos fechados, como uma súplica a nossos corações, não importasse se estivéssemos na mesma altura de sua cabeça.
Eu o encontrei no ano passado, em

Considerações de uma mente crua sobre uma cidade nua

Já fiz algumas viagens a São Paulo, capital. O interior continua um ilustre desconhecido.
Inicialmente eu detestava a cidade. Já na entrada sentia meus olhos arderem pela poluição. Em pouco tempo, estava com cefaléia. Sentia-me saturada, enclausurada, encarcerada, asfixiada pela quantidade de prédios, concreto e estresse alheio que pareciam me sufocar.
Aí conheci meu marido. É como