Monthly Archives: dezembro 2008

Mensagem de Natal

Fechado para Concurso

Hoje nada sai senão filosófias sobre Ensino de Ciências, Educação, Avaliação, Progressão Continuada, Educação para o Desenvolvimento Sustentável e por aí vai.
Até amanhã!

Vácuo verbal

Quem vive escrevendo tem repentes de total aversão às letras, ojeriza, mesmo. Não entendo por que temos sempre que estar prontos e escrever qualquer maravilha a qualquer hora, como se inspiração fosse algo inato e não trabalhado, cultivado como uma planta super delicada. Pessoas estendem para nós papéis em branco e querem um marco de

Jegue à janela

Ando particularmente indisposta com a Magnólia, que resolveu plantar vigília debaixo da janela do meu quarto e determinou que o meu horário de acordar é às cinco da manhã, independentemente do horário em que fui dormir. Ou seja, toda madrugada este animal infernal zurra de forma súbita e estridente justamente quando estou no melhor dos

Philip Pullman

O QUE DIZ:
“Tudo tem algum significado. Apenas temos que descobrir como ler.”
- In: A Oxford de Lyra. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008 (p. 14)
“Leia como uma borboleta, escreva como uma abelha.”
- In: Agradecimentos de A Luneta Ambar.
O MESTRE:
Philip Pullman nasceu em Norwich, na Inglaterra, no dia 19 de outubro de 1946. Durante a primeira parte

Sardinha com limão

Se há algo que só em pensar me deixa salivando, é filé de sardinha em lata. Tiro aquelas preciosidades do óleo em que estão – este eu dou às cachorras, fervorosas adoradoras de ômega 3 -, despedaço-as um pouco em um pires e borrifo de limão… muito limão.
Ah, que delícia!
É por isso que sei que

O drama da orelha

Não sei se acontece com todo mundo. Simplesmente não consigo dormir até ajeitar a orelha.
É sempre a mesma coisa: eu me encaixo na dobra do ombro do meu marido, expiro de satisfação, e quando estou quase embalando, a orelha começa a formigar. Aí reajeito a dita-cuja, mas então nunca fica bom: ou dobra a ponta,

Para que serve o amor

O amor nos enlouquece, entristece, enaltece, une e conjuga de formas esquisitas e sempre românticas… mesmo quando não achamos nada romântico.
Animação francesa sobre a música “A quoi ça ser l’amour?”, cantada por Edith Piaf e Theo Sarapo. Veja maiores detalhes no blog Outro Cine (aliás, brilhante jogadinha com a palavra “outrossim”, que quer dizer, pra

Em um dia de chuva…

olhar para gatos é sempre uma coisa que faz bem à alma da gente.
“A meow massages the heart.”
- Stuart McMillan -

A inteligência é o que distingue a nossa espécie

é o que nós dizemos, uma das muitas tentativas de nos pôr “no topo” – inexistente na realidade; o topo foi inventado por nós, Grandes Primatas Humanos – de toda a Natureza.
Nossas “desculpas de superioridade”  – inteligência, linguagem, cultura, empatia, emoção – volta e meia recebe algum duro golpe. O último foi contra a nossa