Monthly Archives: novembro 2008

Berne a jato

Quem mora com muitos animais, ou quem vive ou viveu em sítios, fazendas ou assemelhados, deve saber que a atividade é constante. É como meu pai costuma dizer: o paraíso dá um bocado de trabalho. Sempre há algum tipo de problema com algum animal – eles se alternam, é como casa com várias crianças -,

Algumas vantagens da formalidade

Formalidade não implica necessariamente corte na expressão. Aliás, acho até que a criatividade aumenta, torna-se mais, digamos, bem acabada, em situações onde o esculacho não é permitido. Que quero dizer: que as colocações pessoais, a singeleza da facécia, a agressividade gentil da ironia, tudo se obriga a se rebuscar, a tornar-se velado, e no entanto

Frustração

Para que ter opiniões, se ao expressá-las somos criticados?

Divagando

Ultimamente, com esta onda da informática me penetrando os miolos, anda ficando cada vez mais complicado escrever à mão. Até meus diários deixei de escrever, por pura preguiça, o que é um erro. Já pensou o músculos da mão atrofiarem? Será por isso que os alienígenas têm mãos pequenas?
Por falar em alienígenas, podia realmente jurar

Por ali passávamos

Havia uma trilha interessante costeando esse morro que deslizou. Era uma alternativa bem mais agradável do que passar por uma estrada que não dava lugar aos pedestres, na qual arriscávamos as costas a um bando de motoristas alucinados que nos viam como uma injúria na beirola da pista.
- “Olhó! Dondé qui já se viu, o

O simbolismo das alianças

Podemos lembrar da popular frase: “és a porca do meu parafuso”… ou filosofar à vontade a respeito.

Sete impactos em um restaurante

Sittaford, Alemanha, 1995. Resolveram me levar para um restaurante francês.

Primeiras impressões

Lisboa, Portugal, 1995. Acabo de aterrissar e recebo uma barrada na cachola.

“A queda de barreira” da SC 401

Antes de tudo, a barreira não caiu. Foi a queda do morro que resultou na barreira.
Estão tirando a terra de lá – material orgânico e inorgânico que insistem em chamar de “entulho”, como se fosse uma sujeira comparada ao lixo que jogamos debaixo das placas que falam “proibido jogar entulho” – e entornando sobre um

Haverá morte?

Me pergunto se, com um histórico de assassinatos presidenciais como o tem os Estados Unidos, não receberemos uma notícia bombástica dia desses.