O que é mais trágico? Comer um animal que já foi morto ou matá-lo para comer?
Quem é que aguenta a verdade jogada na cara?
Um ato criminoso neutraliza outro ato criminoso?
Li em um blog esta manhã, no Estadão, que é instintivo correr de animais como aranhas, lagartas, cobras e pittbulls.
Bem, devo dizer que não concordo cem por cento. Antes de mais nada, é instintivo correr de qualquer coisa que nos pareça ameaçadora, seja um carro em alta velocidade, um cão salivante ou um homem esquisito …
deixo hoje uma das diversas imagens da campanha promovida pelo Museu de Arte Contemporânea Sócio-Política (Museum On The Seam – Socio-Political Contemporary Art Museum), creio que a minha predileta. O artista é o alemão Dennis Paul, cujo site oficial procurei, mas só achei o músico, não o artista plástico.
A dica está em pelo menos duas …
Primeiro, não podemos “curtir” certas coisas porque não temos idade para isso. Depois, quando temos idade, não temos dinheiro. Quando afinal temos dinheiro, estamos doentes. E aí precisamos do dinheiro para pagar as despesas com a saúde.
Formalidade não implica necessariamente corte na expressão. Aliás, acho até que a criatividade aumenta, torna-se mais, digamos, bem acabada, em situações onde o esculacho não é permitido. Que quero dizer: que as colocações pessoais, a singeleza da facécia, a agressividade gentil da ironia, tudo se obriga a se rebuscar, a tornar-se velado, e no entanto …
Ultimamente, com esta onda da informática me penetrando os miolos, anda ficando cada vez mais complicado escrever à mão. Até meus diários deixei de escrever, por pura preguiça, o que é um erro. Já pensou o músculos da mão atrofiarem? Será por isso que os alienígenas têm mãos pequenas?
Por falar em alienígenas, podia realmente jurar …
Havia uma trilha interessante costeando esse morro que deslizou. Era uma alternativa bem mais agradável do que passar por uma estrada que não dava lugar aos pedestres, na qual arriscávamos as costas a um bando de motoristas alucinados que nos viam como uma injúria na beirola da pista.
- “Olhó! Dondé qui já se viu, o …